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Nossa História

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O 12º Grupo de Artilharia de Campanha (12º GAC), localizado no sopé da serra do Japi, em Jundiaí- SP, às margens da rodovia Anhanguera, é subordinado à 2ª DE e possui como material orgânico o obuseiro de 155 mm M114, armamento de maior calibre do Comando Militar do Sudeste. 

Suas origens remontam a 15 de dezembro de 1919, quando, através do decreto n ° 13916, foi criado o 2° Grupo de Artilharia de Montanha, integrando a 2ª Divisão de Exército, no n° 11 do então Largo do Rosário. De sua criação até 1921, o aquartelamento ficou sem efetivos de oficiais e praças, o que foi resolvido pelo decreto n° 15736, de 18 de outubro de 1922, quando foi organizado o efetivo do Grupo, razão pela qual esta data foi escolhida para a comemoração de seu aniversário.

Em 1932, passou a ser denominado 2º Grupo de Artilharia de Dorso, sendo transformado no 2º Grupo de Obuses 155, em 15 maio de 1946. Em 23 de março de 1950, passou a ocupar suas atuais instalações e, finalmente, em 1973, passou a denominar-se 12º Grupo de Artilharia de Campanha, nome que permanece até os dias de hoje.

Unidade considerada de escol do Exército Brasileiro, esteve sempre na vanguarda em todas as oportunidades que a Pátria necessitou de seus serviços:

No movimento revolucionário de 5 de julho de 1924, participou integrando a 2ª Brigada de Artilharia.

A 4 de outubro de 1930, quando o Grupo se encontrava em manobras na região de Indaiatuba, irrompeu o movimento revolucionário em vários Estados. Ao regressar ao quartel, teve ordem para enviar uma bateria para Campinas e outra para o destacamento de Quitaúna, que operava na Capela da Ribeira.

Em 1932, o 12º GAC tomou parte da Revolução Constitucionalista. A 29 de maio de 1933, foi mandado incorporar-se ao 4º Regimento de Artilharia Montada de Itú. Voltando para Jundiaí em 29 de Junho de 1935, o Grupo recebeu homenagens do povo jundiaiense, que lhe ofereceu uma Bandeira Nacional em nome de todas as classes representativas da sociedade local.

A 12 de maio de 1937, o Grupo deslocou-se para Laguna (SC), permanecendo oito meses operando no Paraná e em Santa Catarina, em missão de pacificação, restabelecendo a autoridade constituída e a unidade política nacional, ameaçadas por movimento revolucionário surgido no sul do País.

De 5 a 13 de setembro de 1961, o Grupo esteve em cumprimento de missões operacionais durante a crise política iniciada em 15 de agosto, tendo uma bateria se deslocado até Registro e Juquiá (SP).

Na Revolução de 31 de março de 1964, o então 2º GO 155 realizou uma verdadeira façanha na história da Artilharia, marchando 450 km numa só jornada. Com seus próprios meios, o Grupo deslocou-se de Água Branca (SP) até Curitiba no dia 2 de abril, integrando o GT/4, enviado pelo então Comando do II Exército para reforçar a 5ª Região Militar.

A Bandeira Nacional do 12º GAC ostenta a Medalha Constitucionalista, com que foi agraciada pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, em reconhecimento à eficiente atuação que o Grupo desenvolveu na Revolução de 1932.

Em 25 de março de 1950, ocupou as instalações atuais, onde, em 1973, passou a denominar-se 12º GAC, nome que permanece até os dias atuais.

Em 19 de abril de 1997, dia do Exército Brasileiro, o 12º GAC recebeu a insígnia de Bandeira da Ordem do Mérito Militar, a mais elevada distinção honorífica do Exército Brasileiro.

Essa organização militar recebeu a denominação histórica de “Grupo Barão de Jundiahy” em 10 de setembro de 1998, em homenagem a Antonio de Queiroz Telles, grande colaborador do Exército durante a Guerra da Tríplice Aliança, na qual doou provisões e prontificou-se a fazer grandes incentivos financeiros a quem se voluntariasse ao serviço das armas.

Em 2005, o 12º Grupo de Artilharia de Campanha – “Grupo Barão de Jundiahy”, recebeu o encargo de formar os Sargentos do Exército Brasileiro, dentro da nova sistemática implantada pela Portaria n° 044, de 03 de fevereiro de 2005, do Estado Maior do Exército, o que é um motivo de orgulho e satisfação acolher tão nobre missão.

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